terça-feira, 21 de março de 2017

Tatuzão Parado Custa R$ 3 Milhões por Mês

Uma obra de metrô não é barata. Pelo menos, quando estiver pronta, a população usufrui de seu excelente serviço.

Uma obra de metrô parada tampouco é barata. No caso específico da Linha 4, ela tem custos de se manter e proteger buracos abertos da Estação Gávea, de fazer a manutenção diária no tatuzão, de pagar funcionários empregados pelo consórcio construtor, iluminação, manutenção e vigilância das aduelas prontas no Centro, entre outros. Isso sem contar, com o risco de possíveis furtos de equipamentos.

Pior é saber que a Estação Gávea não é a única nesta situação. É bom lembrar que o Rio tem a Estação Morro de São João e a Estação Carioca 2 com 80% de suas estruturas prontas.

Em 05 de Março de 2017, o Globo publicou a matéria "Verba Que Vai para o Buraco". Ela foi escrita por Guilherme Ramalho. Segundo a reportagem, listamos os custos abaixo:

* Custo Total das Obras paradas há dois anos: R$ 34,2 milhões.

Sendo que:
* Custo Total da manutenção do Tatuzão: R$ 29,2 milhões.
* Custo Total dos Canteiros de Obras: R$ 5 milhões.
* Custo Mensal da manutenção do Tatuzão: R$ 2,9 milhões.
* Custo Mensal dos Canteiros de Obras: R$ 222.968,57.

Lembrando que:
* Custo da Compra do Tatuzão em 2011: R$ 100 milhões.
* TCE Encontrou Sobrepreços na obra da Linha 4 na ordem de: R$ 2,3 bilhões.
* Custo Estimado da Linha 4: R$ 5 bilhões.
* Custo Total da Linha 4: R$ 9,7 bilhões.
* Verba que falta para a conclusão da Estação Gávea: R$ 500 milhões.

É bom lembrar ao leitor também que a Linha 4, incluindo a Estação Gávea, tinha a previsão inicial de ser inaugurada em Janeiro de 2016. Ela foi inaugurada somente em Agosto de 2016 sem a Estação Gávea.



terça-feira, 14 de março de 2017

Quanto Custa o Metrô Parado e a Máquina Estatal?

As obras paradas do metrô têm um custo. Custo de manutenção dos buracos abertos, custo de manutenção do tatuzão parado, custo de vigilância dos buracos e equipamentos largados, custo de energia elétrica, salários de funcionários, risco das aduelas prontas apodrecerem, risco de furtos de equipamentos, etc, etc.

A situação descrita acima não é exclusiva da Estação Gávea. Ela também se refere à Estação Carioca 2, Estação Morro de São João e até ao que foi escavado entre a Estação Estácio e a Estação Carioca 2.

Para piorar, o Estado que se encontra inadimplente com seus servidores e com muitos fornecedores, gasta por mês uma quantia que poderia ser economizada com empresas públicas já fechadas, que resistem a desaparecerem.


terça-feira, 7 de março de 2017

Novos Ônibus

Ainda para compensar a não construção da Linha 4 original, os ônibus do Metrô de Superfície continuam a circular em dus linhas.

A primeira circula entre a Estação Antero de Quental e o terminal rodoviário da Gávea e será desativada assim que a Estação Gávea for concluída.

A segunda tem o trajeto entre a Estação Botafogo e a o terminal rodoviário da Gávea e será desativada quando a Linha 4 original for concluída com a Estação Gávea, Estação Jockey Club Brasileiro, Estação Jardim Botânico, Estação Humaitá, Estação Dona Marta e a ampliação da Estação Botafogo (ou Estação Morro de São João).

O problema dos novos ônibus, além da pintura que parece uma caixa de remédios, é a falta de cobrador. O motorista assumiu a função de cobrar os passageiros.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Prefeitura Financiará a Estação Gávea

Cumprindo uma promessa de campanha, a futura Prefeitura do Rio de Janeiro vai emprestar R$ 489 milhões ao Estado do Rio de Janeiro para que a Estação Gávea das Linhas 1 e 4 do Metrô sejam concluídas.

Bem que o mesmo poderia ser feito pela Estação Morro de São João!

http://oglobo.globo.com/rio/crivella-inclui-ajuda-para-metro-no-orcamento-de-2017-20602527

terça-feira, 29 de novembro de 2016

2nd Avenue Line: 100 Anos de Espera

Projetada para 1919, o metrô sob a Segunda Avenida em Manhattan será finalmente inaugurada em 31 de Dezembro de 2016. As obras chegaram a começar durante o Século XX mas foram interrompidas por falta de verbas.

A Linha Q fará o serviço das três primeiras estações, que transportarão cerca de 200 mil pessoas por dia e desafogará as demais linhas de metrô de Nova Iorque.

A expansão continua em ritmo lento (de acordo com o fôlego financeiro da cidade) pelos próximos anos. Ao concluir a quarta fase, a linha cortará toda a ilha de Manhattan.

Confira algumas fotos e mapas das obras.




terça-feira, 22 de novembro de 2016

Tatuzões de Fortaleza (CE) Estão Apodrecendo

O Metrô de Fortaleza foi aberto à população em 01 de Outubro de 2014. Até hoje, nenhuma das cinco linhas projetadas foram inauguradas (Leste, Maranguape, Mucuripe, Oeste e Sul). Apenas 18 das 20 estações da Linha Sul estão operando.

Para a Linha Leste, o Governo Estadual, com ajuda do Governo Federal, iria investir R$ 2,3 bilhões e comprou quatro tatuzões. Até hoje, apenas 1% desta linha está pronta e os tatuzões sequer foram montados. Eles estão apodrecendo num pátio de um terreno estadual (foto). A manutenção deste equipamento custa R$ 1 milhão por mês.

Nete blog nós falamos dos sistemas metroviários de:

Brasil:
Belo Horizonte (MG)
Curitiba (PR)
Fortaleza (CE)
Porto Alegre (RS)
Recife (PE)
Salvador (BA)
São Paulo (SP)
Teresina (PI)

Américas:
Buenos Aires (Argentina)
Chicaco (Estados Unidos)
Cidade do México (México)
Cidade do Panamá (Panamá)
Nova Iorque (Estados Unidos)
Santiago (Chile)
Santo Domingo (República Dominicana)
Toronto (Canadá)
Vancouver (Canadá)

Europa:
Baku (Azerbaijão)
Copenhague (Dinamarca)
Estocolmo (Suécia)
Frankfurt (Alemanha)
Lisboa (Portugal)
Madrid (Espanha)
Milão (Itália)
Moscou (Rússia)
Paris (França)
Sevilla (Espanha)
Sochi (Rússia)
Varsóvia (Polônia)
Viena (Áustria)

África:
Argel (Argélia)
Cairo (Egito)
Lagos (Nigéria)

Ásia:
Cingapura (Cingapura)
Doha (Qatar)
Dubai (Emirados Árabes)
Mecca (Arábia Saudita)
Nova Déli (Índia)
Pyongyang (Coréia do Norte)
Tashkent (Uzbequistão)
Tóquio (Japão)

Oceania:
Sydney

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Investimento na Sinalização Automática

A concessionária Metrô Rio está instalando a sinalização automática e este investimento deve estar pronto até Fevereiro de 2017.

A Estação General Osório e a Estação Uruguai da Linha 1; e a Estação Cidade Nova da Linha 1A já estão operando com o novo sistema.

Nos próximos meses a Estação Nossa Senhora da Paz, a Estação Jardim de Alah, a Estação Antero de Quental, a Estação São Conrado e a Estação Jardim Oceânico também ganharão a automatização. 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

O Maior Metrô Abandonado do Mundo: Cincinnati (EUA)

O metrô de Cincinnati passou por todos os processos que um sistema metroviário normalmente passa. Ele foi planejado na década de 1910, após muitos projetos para solucionar a mobilidade urbana falharam no município. Em 1916, a Câmara de Vereadores aprovou um empréstimo para o projeto e a população o aprovou através de um plebiscito em 1917. Só que com a entrada dos Estados Unidos na I Guerra Mundial, as obras foram adiadas. Com custos e juros mais altos após a guerra, os trabalhos finalmente foram iniciados em 1920.
A Lei Seca do final dos anos 1920 impactou severamente as finanças da cidade. Para acabar de vez com a obra do metrô tivemos a Grande Depressão de 1929.  O Prefeito Murray Seasongood dispensou a Comissão do Metrô fazendo com que seu próprio gabinete assumisse a responsabilidade pelo projeto e suspendeu as obras até a melhora da economia.

Nos anos 30 e 40 alguns projetos foram apresentados para concluir a obra mas nunca saíram do papel. O empréstimo dos anos 10 e 20 foram finalmente quitados em 1966. Nos anos 60, os túneis armanezavam vinhos e recebiam turistas interessados em conhecer a produção de álcool. Nos anos 70, surgiram projetos de transformar alguns túneis em boates. Finalmente, nos anos 80, começou-se a alugar os espaços para filmes.
Hoje, a receita do metrô de Cincinnati se resume à presença de turistas. Há um novo projeto em discussão para a implementação de VLTs na cidade que usariam parte dos túneis já construídos.

Em 2008, um estudo de engenharia classificou a estrutura construída como ótima. O custo anual de manutenção do sistema já construído está calculado em US$ 2,6 milhões. Se quiserem colocar terra e fechar os túneis, o custo chega a US$ 19 milhões. Finalmente, se quiserem concluir o metrô com o que já foi construído, custa US$ 100,5 milhões.

Os túneis hoje em dia servem de abrigo para mendigos e também para a passagem de água pluvial e algumas fibras óticas.
















terça-feira, 1 de novembro de 2016

Projeto Gávea - Carioca Segue Suspenso

Última atualização no site da Casa Civil data de Novembro de 2014.

Confira o link abaixo.

http://www.rj.gov.br/web/casacivil/exibeconteudo?article-id=2027361

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Lagoa Ganha Entrada para o Metrô

O acesso E da Estação General Osório foi construído para facilitar o acesso dos moradores ao metrô.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Metrô Deve Reduzir Trânsito em 35% na Lagoa-Barra


Assim noticiou O Globo em 20 de Setembro de 2016, um dia após a inauguração da Estação General Osório 2, Estação Nossa Senhora da Paz, Estação Jardim de Alah, Estação Antero de Quental, Estação São Conrado e Estação Jardim Oceânico.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Vistoria Ignorada

Após a denúncia da TV PUC que o blog compartilhou no link abaixo, o jornal O Globo publicou matéria similar.

A matéria saiu na edição de 01 de Outubro de 2016.

Link:
http://metrodorio.blogspot.com.br/2016/09/onibus-do-metro-operam-irregularmente.html

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Afinal, Quem Fizcaliza o Metrô na Superfície?

Toda a lógica diz que a Prefeitura é a responsável. Mas ela nega, apesar de cancelar as multas do serviço em questão. Confiram a matéria.

http://tvpuc.vrc.puc-rio.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1106&sid=21

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Ônibus do Metrô Operam Irregularmente

Reportagem da TV PUC denuncia que os ônibus do "Metrô na Superfície" operam irregularmente, com vistorias vencidas e excessos de multas. Fora isso, a frota que poderia durar um máximo de dez anos está vencida.

Para piorar, Prefeitura e Estado não assumem a responsabilidade sobre estes ônibus.

Esta é a Cidade Olímpica!

http://tinyurl.com/gnp2dbh

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Governo Decide: Gávea Sai do Papel


  • No começo da semana aconteceu uma reunião entre o Governador em exercício Francisco Dornelles, o Secretário Estadual de Transportes Rodrigo Vieira, o consórcio construtor Rio Barra, a concessionária Metrô Rio e o BNDES. Ficou decidido que é mais barato construir a Estação Gávea do que manter o buraco da estação e desmontar o tatuzão no Leblon.

Terminar a Estação Gávea custa R$ 489 milhões. Falta escavar 56% da estação e o tatuzão perfurar o túnel entre Leblon e Gávea.

O Estado já pagou pelas aduelas do túnel entre Leblon e Gávea e o consórcio Rio Barra já construiu o túnel entre São Conrado e Gávea. Se não terminar a obra agora, além destes gastos, o Estado terá que se responsabilizar pelo buraco aberto. Fecha-o ou o mantém aberto? Mantê-lo aberto implica em manter o local com vigias e iluminação, indenizar a Pontifícia Universidade Católica, a quem pertence o terreno da estação, e indenizar o Consórcio Rio Barra. Se fechar, haverá os custos de fechá-lo.

Se não bastasse tudo isso, há o custo de desmontar o tatuzão, que está localizado numa caverna no Leblon. Desmontá-lo na posição em que se encontra implica em utilizar uma solda para quebrá-lo, pois a máquina não foi feita para ser desmontada por trás. Ela deverá ser desmontada pela frente. O tatuzão custou cerca de R$ 1 bilhão aos cofres públicos e servirá para construir outros túneis. Desmontá-lo onde está pode afetar também a circulação de trens da Linha 4.

Todos estes custos e imprevistos não eram previstos, pois quando se começa uma obra, a previsão é de terminá-la.

Dinheiro Está com o BNDES:
Segundo fontes, o Banco de Desenvolvimento Nacional Econômico e Social tem os R$ 489 milhões para concluir a obra. Como o Estado do Rio está inadimplente, o banco não pode depositar este dinheiro na conta do Rio de Janeiro. Seria preciso depositá-lo diretamente na conta do Consórcio Rio Barra. Para isso acontecer, é preciso que o Governo Federal autorize esta movimentação.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

O que É Linha 2? E da Onde Veio a Linha 3?

Em 1968, quando um estudo definitivo do metrô fluminense foi publicado, a Linha 2 começaria na Estação Pavuna e terminaria em São Gonçalo. Seu estudo detalhado, incluindo a localização das estações terminou na Estação Praça Araribóia. A ligação entre o Rio de Janeiro e o outro lado da Baía de Guanabara seria feito por túnel subterrâneo, tão comum em metrôs do mundo inteiro. Alguns dos sistemas mais antigos do mundo, como Londres e Paris cruzam rios o tempo todo por baixo de terra.

Pelo projeto dos anos 60, o metrô fluminense teria apenas três linhas, de acordo com as zonas de alta intensidade demográfica da época. A Linha 1 ligaria a Estação Praça Nossa Senhora da Paz à Estação Uruguai; a Linha 3 seria a atual Linha 6, cruzando toda a Zona Oeste (a Linha 2 foi descrita no parágrafo anterior).

A cidade evoluiu, cresceu, mas o metrô não acompanhou a nova demanda populacional. A "nova" Linha 1, deveria ser circular passando pelas zonas Norte, Centro e Sul. A Linha 2 deveria começar em Belford Roxo, cruzaria os municípios de São João de Meriti, Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e terminaria em Itaboraí. A Linha 6 (antiga Linha 3) deveria ser maior chegando até a Ilha do Governador. O metrô também ganharia a Linha 4 (ligando as zonas Oeste, Sul e Centro) e a Linha 5 (ligando a Ilha do Governador ao Centro). Isso sem falar em expansões metroviárias para a Avenida Brasil, o Méier e Icaraí.

Então da onde surgiu a tal Linha 3 entre São Gonçalo e Rio de Janeiro? Este termo surgiu no Governo Rosinha Garotinho. A Governadora publicou um projeto para utilizar a plataforma abandonada da Linha 2 na Estação Carioca. Dali o metrô sairia diretamente para a Estação Praça Araribóia e seguiria até a Estação Guaxindiba, em São Gonçalo. Não haveria a Estação Praça XV, nem a Estação Catumbi, nem a Estação Praça da Cruz Vermelha e a Linha 2 terminaria mesmo na Estação Estácio.

Esse é o motivo de grande confusão entre os termos Linha 2 e Linha 3. Na verdade, repito: esta linha é uma só, da Estação Belford Roxo até a Estação Visconde de Itaboraí:

O Projeto:
Estação Belford Roxo - Estação Coelho da Rocha - Estação Agostinho Porto - Estação Vila Rosali - Estação Pavuna - Estação Engenheiro Rubens Paiva - Estação Acari/Fazenda Botafogo - Estação Coelho Neto - Estação Colégio - Estação Irajá - Estação Vicente de Carvalho - Estação Tomás Coelho - Estação Engenho da Rainha - Estação Inhaúma - Estação Del Castilho - Estação Maria da Graça - Estação Triagem - Estação Maracanã - Estação São Cristóvão Estação Estácio - Estação Catumbi - Estação Praça da Cruz Vermelha - Estação Carioca - Estação Praça XV - Estação Praça Araribóia - Estação Jansen de Mello - Estação Barreto - Estação Neves - Estação Vila Laje - Estação Paraíso - Estação Parada Quarenta - Estação Zé Garoto - Estação Mauá - Estação Antonina - Estação Nova Cidade - Estação Alcântara - Estação Jardim Catarina - Estação Guaxindiba - Estação Itambi - Estação Visconde de Itaboraí.



terça-feira, 13 de setembro de 2016

O Que Está Sendo Feito?

Triste relato do metrô fluminense.

O Que Está Sendo Construído:
Linha 1: Nada.

Linha 2: A construção do trecho Estácio - Praça XV está em estudo.

Linha 3: Nada.

Linha 4: A Estação Gávea está com sua obra paralisada.

Linha 5: Nada.

Linha 6: Nada.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Barra Precisa de Outra Linha de Metrô

Discute-se regularmente as expansões das Linhas 1, 2, 4 e as construções das Linhas 3, 5, 6, para o Méier e para Icaraí.

Pouco se fala que a Barra da Tijuca precisa de outra linha de metrô mais próxima da praia. Isso, se querem mesmo retirar carros e ônibus de nossas ruas.

Segundo o Google Maps, caminhar da praia da Barra, na menor distância possível, até a Estação Jardim Oceânico, leva 27 minutos e a pessoa vai caminhar 2,2 quilômetros.

Se no futuro tivermos a Estação Barra Shopping, da praia neste ponto até o centro comercial são 2,8 quilômetros de caminhagem e o pedestre vai levar 35 minutos.

Como este tempo enorme de caminhada, já se pode prever que os moradores próximos à praia, não vão caminhar para pegar o metrô. Uma grande parte de seus dias seria perdida caminhando na ida e na volta de seus compromissos.

É preciso criar alternativas. O prefeito gosta de falar em bicicletas. Em dias de chuva, vento e sol fortes do Rio de Janeiro, elas podem ser muito desconfortáveis. Além disso, há sempre o risco de roubo ao deixá-la no bicicletário.

A Barra da Tijuca precisa de outra linha de metrô, que se conecte futuramente à Estação Alvorada e que se conecte com a Estação Jardim Oceânico.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Estação Jardim de Alah Pronta

A Estação Jardim de Alah foi entregue pelo consórcio Rio-Barra à concessionária Metrô Rio no dia 25 de Julho de 2016.





terça-feira, 23 de agosto de 2016

Como Seria Sua Vida com a Linha 3?

O especialista em transportes, Atílio Flegner, estudou e recentemente publicou as distâncias e o tempo gasto pelo passageiro entre as estações da Linha 3.

Da Estação Guaxindiba até a Estação Carioca, nada de engarrafamentos, calor, chuva, frio, vento e duas horas e meia de deslocamento. O trajeto seria feito em pouco mais de trinta minutos.

É bom sempre deixar claro para o leitor, que pelo projeto original do metrô fluminense, a Linha 2 começaria em Belford Roxo e terminaria em São Gonçalo. O conceito de Linha 3 surgiu em no Governo Rosinha Garotinho. A Estação Praça Araribóia receberia trens vindos de Icaraí (Linha 7). Posteriormente, a Linha 3 ganhou no papel uma nova extensão entre São Gonçalo e Visconde de Itaboraí.

Independente do número da linha, como seria sua vida se a Linha 3 estivesse em funcionamento?

terça-feira, 16 de agosto de 2016

O Metrô Precisa Expandir

As seis estações em construção do metrô serão inauguradas em Agosto, antes dos Jogos Olímpicos. São elas: Estação General Osório II, Estação Nossa Senhora da Paz, Estação Jardim de Alah, Estação Antero de Quental, Estação São Conrado e Estação Jardim Oceânico.

Mas o metrô não pode parar aí. A nova malha metroviária, que nada mais é do que uma expansão da Linha 1, é muito pequena para atender ao Grande Rio. Novas obras precisam dar continuidade à expansão do metrô na metrópole.

Linha 2: O Centro da cidade passou por muitas obras nos últimos anos por causa dos Jogos Olímpicos e Jogos Paralímpicos. O trânsito de veículos mudou, as linhas de ônibus sofreram diversas alterações e os bondes voltaram à paisagem carioca. Neste contexto, em Novembro de 2015, o Governo anunciou a contratação de um projeto técnico detalhado junto ao Metrô Rio por R$ 25 milhões para a conclusão do trecho Centro da Linha 2. Este trecho é importantíssimo para desafogar toda a rede metroviária da cidade. A Estação Estácio e a Estação Carioca estão prontas. A Estação Cruz Vermelha já teve as fundações feitas. Um pequeno pedaço de túnel entre a Estação Estácio e a Estação Praça da Cruz Vermelha também foi feito. Faltariam construir do zero a Estação Catumbi e a Estação Praça XV. A finalização deste trecho permitiria a expansão do metrô para Belford Roxo no trecho norte e para Niterói, São Gonçalo e Itaboraí na outra direção. O método recomendado para esta escavação no Centro é do cut & cover.

Linha 1: Para desafogar o metrô, uma vez que a Estação Gávea seja inaugurada, é preciso fazer urgentemente a ligação com a Estação Uruguai por baixo do maciço da Tijuca. O método recomendado para esta obra é da utilização de explosivos. Trata-se de uma obra simples e não é necessário construir nenhuma estação intermediária.  Para concluir a Linha 1 também é necessário construir a Estação Morro de São João, que está semi-pronta entre a Estação Botafogo e a Estação Cardeal Arco Verde.

Linha 4: O Estado do Rio adquiriu um tatuzão caríssimo. É preciso colocá-lo para funcionar. Seria ótimo colocá-lo na Estação Jardim Oceânico e colocá-lo para escavar até a Estação Alvorada. Ali, o metrô seguiria em linha reta e num terreno de solo homogênio. O trânsito pouco seria afetado. Os canteiros de obras das estações poderiam se localizar nos estacionamentos dos centros comerciais, que ganhariam uma entrada para o metrô. Afinal, estão previstas a Estação Downtown, Estação Città América, Estação Parque das Rosas, Estação Barra Shopping, Estação Nova Ipanema e Estação Alvorada.

Linha 3: O trecho em elevado entre a Estação Praça Araribóia e a Estação Guaxindiba é relativamente barato. Pode-se acrescentar a estre trecho a expansão até Itaboraí. O traçado do metrô ficaria pronto neste eixo para a futura ligação com a Estação Praça XV. Na verdade, a linha entre Belford Roxo e Itaboraí é uma só. Trata-se da Linha 2, que precisa ser concluída.

Linha 5: Prometida para 2007, até hoje a Linha 5 não saiu do papel. Nem um estudo detalhado foi feito. Trata-se de uma linha importantíssima que conectaria a população a diferentes modais e facilitaria a mobilidade em áreas de difícil acesso. Ela começaria na Estação Cocotá e passaria pela Estação Jardim Guanabara, Estação Aeroporto Internacional (conexão com a Linha 6), Estação UFRJ Campus Fundão, Estação Rodoviária Novo Rio, Estação Carioca (conexão com as Linhas 1 e 2) e terminaria na Estação Aeroporto Santos Dumont.

Linha 6: A Linha 6 foi substituída (temporariamente esperamos) pelo sistema de ônibus BRT. O ex-Secretário Estadual de Transportes, Carlos Osório, chegou a discutir o traçado com moradores da região do final de 2015 até Março de 2016. A linha começaria na Estação Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (conexão com a Linha 5) e iria até a Estação Alvorada, na Barra da Tijuca, passando pela Estação Irajá (conexão com a Linha 2) e diversos centros comerciais como Madureira Shopping, Casa Shopping e o Via Parque.

Méier: Apesar do bairro contar com uma estação de trem, os moradores do Méier e arredores revindicam o metrô no bairro. Deveria ser feito para beneficiar diversos bairros da Grande Tijuca. Só não pode é interromper a Linha 1 Circular.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Estação Antero de Quental Pronta

Estação foi entregue no dia 15 de Julho pelo consórcio Rio-Barra à concessionária Metrô Rio.





quinta-feira, 4 de agosto de 2016

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Fotos Históricas da Companhia do Metropolitano

Entre 1979 e 1998, a Companhia do Metropolitano era a responsável pela operação do metrô do Rio de Janeiro.

O metrô fluminense era um dos mais modernos do mundo. Dois motivos davam a ele este título: a largura das portas e a largura dos carros, permitindo que mais gente entrasse em cada composição e que as pessoas entrassem e saíssem rapidamente dos carros.

Vejam algumas fotos históricas abaixo:

Os trens do metrô operando com suas cores originais.

O antigo Centro de Controle Operacional do Metrô.

Uma composição do pré-metrô, que operava na Linha 2 e 
que hoje está apodrecendo no pátio do CM.

Trem do metrô no Centro de Manutenção.

Segurança do Metrô em 1979.

Diagrama comparando o trem do metrô com o trem do pré-metrô.

Estação Cinelândia em 1980.

O interior de um carro original do metrô fluminense.

Funcionário da Limpeza do Metrô.

Trens no Centro de Manutenção.

A integração com os ônibus do Metrô em Botafogo.